Aborto – latim abortius – segundo nosso dicionário de língua portuguesa significa: 1. Expulsão de um feto ou embrião por morte fetal, antes do tempo e sem condições de vitalidade fora do útero materno. = abortamento. 2. Produto dessa expulsão. 3. Coisa ou resultado desfavorável ou imperfeito. = malogro. 4. Fig. Fenômeno estranho ou raro. 5. Pessoa ou coisa considerada disforme. = monstro.
Um tema polêmico, que normalmente bate de frente com a sociedade, principalmente por causa dos princípios religiosos. Uns são contra, outros são a favor. Mas as opiniões são divergentes, sendo que nossos valores, crenças e meio social influencia nos conceitos que temos de certo e errado. De acordo com alguns peritos durante a década de 1970 se provocaram cerca de 50 milhões de abortos pelo mundo, ou seja, ultrapassa de forma alarmante o genocídio que ocorreu com os judeus na Segunda Guerra mundial com 6 milhões de mortes, sendo que nesta mesma Alemanha nazista era proibido o ato do aborto pois as mulheres deveriam fornecer filhos para o III Reich.
Nesses abortos ocorre outro grande “Holocausto”, onde uma geração desaparece em silêncio.
Valorizamos a vida como dom de Deus ou o bem mais precioso que temos. É fácil ser a favor depois de termos nascidos. Existem os casos extremos; risco de vida da gestante, estupros e etcs. Assistimos crianças de nove anos grávidas do “padrasto”, ser humano responsável pela educação, segurança e acima de tudo afeto, pois está assumindo responsabilidade do próprio pai biológico, ou pior os próprios pais negligenciando as filhas. E tantos outros casos que nos fazem repensar nossa opinião, pois sabemos que esta mesma criança não terá estruturas para educar outro ser vivo.
Então percebemos que o problema está lá no fundo e não na superfície dos julgamentos corretos e incorretos impostos pela sociedade. O problema está ali, no caráter do ser humano.